domingo, dezembro 16, 2007
Once I wanted to be the greatest
No wind of waterfall could stall me
And then came the rush of the flood
Stars of night turned deep to dust
Melt me down
Into big black armour
Leave no trace of grace
Just in your honor
Lower me down
To culprit south
Make 'em wash a space in town
For the lead
And the dregs of my bed
I've been sleepin'
Lower me down
Pin me in
Secure the grounds
For the later parade
Once I wanted to be the greatest
Two fists of solid rock
With brains that could explain
Any feeling
Lower me down
Pin me in
Secure the grounds
For the lead
And the dregs of my bed
I've been sleepin'
For the later parade
Once I wanted to be the greatest
No wind of waterfall could stall me
And then came the rush of the flood
Stars of night turned deep to dust
The greatest, cat power
acorda!
Cheira a quente, aqui perto.
O padeiro sem luvas amassa o pão
antes de o fazer.
Cheira a forno aquecido e a farinha!
Segue-se a rua amarelada,
pintada de outono e castanhas.
Ao dobrar da esquina uma estranha sensação
de familiaridade.
Abre-se a porta de uma casa.
"Bom dia!"
É dia.
É dia frio.
É dia frio de sol na praça.
E as pessoas cruzam-se como linhas,
tropeçam como crianças entusiasmadas,
saltitam de corpo em corpo,
para trás e para a frente.
As janelas espreitam para a rua,
envergonhadas no início,
até ao momento em que tudo ali
é transparente.
O sabor da casa, do espaço,
absorve aquela amena aragem da rua,
amanhecida.
E a rua, essa mulher fugaz,
aceita o aconchego.
Traz de dentro as histórias para contar,
novelos de ditos e não ditos,
excertos de fadas e princípes.
Em tudo se acredita, ao amanhecer.
Em tudo se crê quando a cidade acorda,
para nos brindar,
com mais um dia de sol.
O padeiro sem luvas amassa o pão
antes de o fazer.
Cheira a forno aquecido e a farinha!
Segue-se a rua amarelada,
pintada de outono e castanhas.
Ao dobrar da esquina uma estranha sensação
de familiaridade.
Abre-se a porta de uma casa.
"Bom dia!"
É dia.
É dia frio.
É dia frio de sol na praça.
E as pessoas cruzam-se como linhas,
tropeçam como crianças entusiasmadas,
saltitam de corpo em corpo,
para trás e para a frente.
As janelas espreitam para a rua,
envergonhadas no início,
até ao momento em que tudo ali
é transparente.
O sabor da casa, do espaço,
absorve aquela amena aragem da rua,
amanhecida.
E a rua, essa mulher fugaz,
aceita o aconchego.
Traz de dentro as histórias para contar,
novelos de ditos e não ditos,
excertos de fadas e princípes.
Em tudo se acredita, ao amanhecer.
Em tudo se crê quando a cidade acorda,
para nos brindar,
com mais um dia de sol.
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