As tardes, meu amor, enchi-as de nada. Tornavam-se quentes com sorrisos e cinzeiros cheios de conversa deitada fora, não tinhamos que dar justificações ao tempo e ele corria sem nós. Sem pressa. Fomos crescendo, aí. Umas vezes divagamos em uníssono e os nossos sonhos eram palpáveis. Sentavamo-nos horas a fio naquelas cadeiras, pediamos cafés. Havia dias em que não tinhamos nada para dizer e o silêncio tomava o lugar das palavras.
segunda-feira, março 19, 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
1 comentário:
e o amor é mesmo isso, maninha, amar o silêncio que fica quando nem as palavras já sao suficientes.
*********
LU ;)
Enviar um comentário